sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

PLANO DE ENSINO - CEDUP - GV

PLANO DE ENSINO
Colégio: CEDUP - GV
Nível de ensino: Médio
Disciplina: Filosofia
Série: 1ª
Professor: Katiano Rodrigo Picinini
Ano: 2013
EMENTA
Estudar, considerando os diversos contextos históricos, os temas e ideias fundamentais dos grandes mestres do pensamento ocidental, procurando estabelecer conexões com nosso fazer filosófico, e, buscando exercitar e desenvolver a capacidade de pensar com critérios e objetividade.
CONTEÚDOS
  • Apresentando a Filosofia. Definição etimológica da palavra Filosofia. Sua importância na sociedade atual. O símbolo da Filosofia. A análise crítica dos fatos. Não nascemos prontos (Cortella).
  • Períodos da Filosofia (linha do tempo).
  • Atitude Filosófica: "Conhece-te a ti mesmo". Neo e a Matrix. Neo e Sócrates. O mito da caverna. O método socrático: ironia e maiêutica. Buscando a saída da caverna.
  • Os períodos da História da Filosofia e seus pensadores.
  • Pensamento mítico.
  • O que é mito?
  • Mito de Prometeu, Pandora, Helius, Narciso ...
  • A origem da Filosofia (o nascimento da Filosofia). O que perguntavam os primeiros filósofos. Cosmogonia e cosmologia. Passagem do mito à razão. Mito e Filosofia.
  • A origem do Raciocínio filosófico.
  • Os fatores que favoreceram o nascimento da Filosofia na região da Jônia na Grécia. Tales de Mileto: o primeiro filósofo. Os pré-socráticos: Anaximandro, Anaxímenes, Heráclito, Parmênides e Pitágoras.
  • Períodos e campos de investigação da filosofia grega: Os períodos da Filosofia grega (pré-socrático, socrático, sistemático e helenístico).
  • Sócrates contra os Sofistas. Quem foram os Sofistas?
  • Sócrates: Um divisor de águas: período socrático ou antropológico. Sua vida e sua condenação. Livro: a apologia socrática. A Ágora. O diálogo: Ironia e a Maiêutica. A educação socrática.
  • Platão: Os dois mundos: Mundo Inteligível e Mundo Sensível Dualismo: alma e corpo. Teoria do conhecimento em Platão - anamnese. A metempsicose e a teoria da participação. A alma – Razão. As três partes da alma: mito do cocheiro. A ideia do Bem. Livro VII da República: A alegoria da caverna. As cavernas de hoje.
  • Aristóteles: A crítica a Teoria das Ideias de seu mestre.
  • Período helenístico: estoicismo, epicurismo, ceticismo...
  • Principais períodos da história da Filosofia. Filosofia Patrística (Santo Agostinho): os primeiros padres da igreja e suas indagações.
  • Período Medieval – séc. VIII ao séc. XIV. A época da escolástica (Tomás de Aquino). O teocentrismo e a influência da filosofia platônica e aristotélica.
  • Aspectos da Filosofia contemporânea (razão instrumental e a razão crítica). Adorno e Horkheimer.
  • Os vários sentidos da palavra razão.
  • Atividade racional e suas modalidades.
  • A razão: inata ou adquirida? Teoria do conhecimento: Inatismo platônico e cartesiano. René Descartes (da dúvida ao Cogito), O Empirismo (Locke) e Criticismo (Kant e a rev. copernicana em Filosofia, A estrutura da sensibilidade e do entendimento). A resposta de Hegel.
METODOLOGIA DE ENSINO
  • Aulas expositivas a partir de texto elaborado (fornecido) pelo professor e pelo livro/material didático.
  • Uso de materiais ilustrativos: slides, data show, filmes, documentários...
  • Contato com obras de autores clássicos da Filosofia.


ATIVIDADES DISCENTES (TEÓRICAS)
  • Pré-testes e pós-testes sobre os conteúdos, com a finalidade motivadora e assimilativa.
  • Análise de textos ilustrativos de períodos, tendências, pensadores clássicos da Filosofia.
ATIVIDADES DISCENTES (PRÁTICAS)
  • Ficha de leitura.
  • Produção de textos filosóficos.
  • Iniciação a pesquisa filosófica.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÂO
Avaliação dos conteúdos estudados e do processo desse estudo obedece sobre tudo a dois princípios:
I– A prova não é uma prestação de contas, mas uma nova oportunidade de estudar.
II- Os conteúdos não são um fim em si. São materiais para exercitar, ativar as operações mentais, competências e habilidades necessárias para responder ás variadas situações que enfrentamos na vida: Reconhecer. Compreender. Relacionar, percebendo semelhanças e diferenças, continuidades e rupturas... Aplicar (Trasladar de um século a outro, de uma situação a outra). Analisar desdobrando um todo em partes. Generalizar e sintetizar, a partir de dados particulares. Argumentar, justificando o afirmado com princípios ou fatos. Deduzir ou inferir. Concluir. Emitir juízos fundamentos. Em síntese, a avaliação não será “transitória”; será “operativa”.
Os instrumentos utilizados serão:
  • Testes periódicos.
  • Apresentação das leituras feitas.
  • Produção textual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia: romance histórico da filosofia. Trad. João Azenha. São Paulo: Companhia das letras, 1995.
BORNHEIM, Gerd. Introdução ao filosofar; filosofia em bases existenciais. Porto Alegre: Globo, 1979.
CHAUÍ, Marilena. Iniciação à Filosofia: ensino médio. Volume único. São Paulo: Ática, 2010.
HÖSLE Vitorio. O café dos filósofos mortos/ Nora K. e Vittorio Hösle. Trad. Salvador Pane Baruja. São Paulo: Editora Angra, 2001.
PLATÃO. A República. São Paulo: Nova Cultural, 2004 (Os pensadores).



PLANO DE ENSINO
Colégio: CEDUP - GV
Nível de ensino: Médio
Disciplina: Filosofia
Série: 2ª
Professor: Katiano Rodrigo Picinini
Ano: 2013
EMENTA
Estudar, considerando os diversos contextos históricos, os temas e ideias fundamentais dos grandes mestres do pensamento ocidental, procurando estabelecer conexões com nosso fazer filosófico, e, buscando exercitar e desenvolver a capacidade de pensar com critérios e objetividade.
CONTEÚDOS
  • O nascimento da Filosofia (origem da Filosofia). A passagem do mito ao lógos.
  • A origem do Raciocínio filosófico. Em busca da arqué. Tales de Mileto: o primeiro filósofo. Os pré-socráticos: Heráclito e Parmênides.
  • Sócrates: Um divisor de águas: período socrático ou antropológico. Sua vida e sua condenação. Livro: a apologia socrática. A Ágora. O diálogo: Ironia e a Maiêutica. A educação socrática.
  • Platão: Os dois mundos: Mundo Inteligível e Mundo Sensível Dualismo: alma e corpo. Teoria do conhecimento em Platão - anamnese. A metempsicose e a teoria da participação. A alma – Razão. As três partes da alma: mito do cocheiro. A ideia do Bem. Livro VII da República: A alegoria da caverna. As cavernas de hoje.
  • Aristóteles: A crítica a Teoria das Ideias de seu mestre. Potência e ato. As quatro causas aristotélicas. Matéria e forma.
  • Patrística (Santo Agostinho): os primeiros padres da igreja e suas indagações.
  • Período Medieval – séc. VIII ao séc. XIV. A época da escolástica (Tomás de Aquino). O teocentrismo e a influência da filosofia platônica e aristotélica.
  • Percepção e conhecimento.
  • Senso comum X conhecimento científico.
  • Epistemologia (O conhecimento).
  • A razão: inata ou adquirida? Racionalismo: Descartes: a dúvida, o Cogito, o dualismo, as provas da existência de Deus, as duas ordens da razão, o pai da modernidade e suas obras, os passos do método.
  • Empirismo: John Locke.
  • Criticismo: Immanuel Kant: o conhecimento e a solução dada ao problema do inatismo e do empirismo; o eu transcendental; a Rev. Copernicana em filosofia; noúmeno e fenômeno; as formas a priori da razão – sensibilidade, entendimento e a razão propriamente dita.
  • Ignorância e verdade.
  • Buscando a verdade.
  • O nascimento da lógica.
  • A preocupação com o conhecimento.
  • A consciência pode conhecer tudo?
  • A metafísica: as indagações metafísicas. O nascimento da metafísica. Parmênides de Eleia. A metafísica de Platão e de Aristóteles.
METODOLOGIA DE ENSINO
  • Aulas expositivas a partir de texto elaborado (fornecido) pelo professor e do livro/material didático.
  • Uso de materiais ilustrativos: slides, data show, filmes, documentários...
  • Contato com obras de autores clássicos da Filosofia.
ATIVIDADES DISCENTES (TEÓRICAS)
  • Pré-testes e pós-testes sobre os conteúdos, com a finalidade motivadora e assimilativa.
  • Análise de textos ilustrativos de períodos, tendências, pensadores clássicos da Filosofia.
ATIVIDADES DISCENTES (PRÁTICAS)
  • Ficha de leitura.
  • Produção de textos filosóficos.
  • Iniciação a pesquisa filosófica.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÂO
Avaliação dos conteúdos estudados e do processo desse estudo obedece sobre tudo a dois princípios:
I– A prova não é uma prestação de contas, mas uma nova oportunidade de estudar.
II- Os conteúdos não são um fim em si. São materiais para exercitar, ativar as operações mentais, competências e habilidades necessárias para responder ás variadas situações que enfrentamos na vida: Reconhecer. Compreender. Relacionar, percebendo semelhanças e diferenças, continuidades e rupturas... Aplicar (Trasladar de um século a outro, de uma situação a outra). Analisar desdobrando um todo em partes. Generalizar e sintetizar, a partir de dados particulares. Argumentar, justificando o afirmado com princípios ou fatos. Deduzir ou inferir. Concluir. Emitir juízos fundamentos. Em síntese, a avaliação não será “transitória”; será “operativa”. Os instrumentos utilizados serão:
  • Testes periódicos.
  • Apresentação das leituras feitas.
  • Produção textual.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia: romance histórico da filosofia. Trad. João Azenha. São Paulo: Companhia das letras, 1995.
BORNHEIM, Gerd. Introdução ao filosofar; filosofia em bases existenciais. Porto Alegre: Globo, 1979.
HÖSLE Vitorio. O café dos filósofos mortos/ Nora K. e Vittorio Hösle. Trad. Salvador Pane Baruja. São Paulo: Editora Angra, 2001.
WEISCHEDEL, Wilhelm. A escada dos fundos da filosofia. São Paulo: Editora Raimundo Lulio, 2006.
CHAUÍ, Marilena. Iniciação à Filosofia: ensino médio. Volume único. São Paulo: Ática, 2010.
PLATÃO. A República. São Paulo: Nova Cultural, 2004 (Os pensadores).


PLANO DE ENSINO
Colégio: CEDUP - GV
Nível de ensino: Técnico em Agropecuária
Disciplina: Filosofia
Série: 3ª
Professor: Katiano Rodrigo Picinini
Ano: 2013

EMENTA
Estudar, considerando os diversos contextos históricos, os temas e idéias fundamentais dos grandes mestres do pensamento ocidental, procurando estabelecer conexões como nosso fazer filosófico, e, buscando exercitar e desenvolver a capacidade de pensar com critérios e objetividade.

CONTEÚDOS
  1. A razão em xeque: O mundo em movimento.
  2. Os seguidores e os críticos de Kant: idealistas e realistas. Fichte e Scheling. O idealismo hegeliano. Schopenhauer e a vontade.
  3. Nietzsche e a desconstrução do sujeito e da realidade. A morte de Deus, crítica à metafísica, Apolo e Dionisio, o Além-do-Homem.
  4. O marxismo: O marxismo: luta de classes.
  5. O existencialismo: ser no mundo. Sartre: o existencialismo; ser e o nada; a existência precede a essência; a má-fé; a liberdade. Heidegger: o dasein, existência autêntica e inautêntica.
  6. A fenomenologia e as teorias da comunicação: A escola de Frankfurt. Max Horkheimer e Theodor Adorno. Marcuse e a crítica à sociedade administrada. Habermas e a ética do discurso.
  7. Maquiavel: um novo conceito de política.
  8. O contratualismo Francês: Montesquiau e Rousseau.
  9. O contratualismo inglês: Locke e Hobbes.
  10. Participação política.

METODOLOGIA DE ENSINO
  • Aulas expositivas a partir de texto elaborado (fornecido) pelo professor.
  • Uso de materiais ilustrativos: slides, data show, filmes, documentários...
  • Contato com obras de autores clássicos da Filosofia.
ATIVIDADES DISCENTES (TEÓRICAS)
  • Pré-testes e pós-testes sobre os conteúdos, com a finalidade motivadora e assimilativa.
  • Análise de textos ilustrativos de períodos, tendências, pensadores clássicos da Filosofia.
ATIVIDADES DISCENTES (PRÁTICAS)
  • Ficha de leitura.
  • Produção de resenhas e textos filosóficos.
  • Questões de vestibulares.
  • Produção de textos científicos – filosóficos.
  • Debates filosóficos em sala de aula.
  • Trazer fatos que ocorrem na sociedade.
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÂO
Avaliação dos conteúdos estudados e do processo desse estudo obedece sobre tudo a dois princípios:
I– A prova não é uma prestação de contas, mas uma nova oportunidade de estudar.
II- Os conteúdos não são um fim em si. São materiais para exercitar, ativar as operações mentais, competências e habilidades necessárias para responder ás variadas situações que enfrentamos na vida: Reconhecer, Compreender, Relacionar, percebendo semelhanças e diferenças, continuidades e rupturas... Aplicar (Trasladar de um século a outro, de uma situação a outra). Analisar desdobrando um todo em partes. Generalizar e sintetizar, a partir de dados particulares. Argumentar, justificando o afirmado com princípios ou fatos. Deduzir ou inferir. Concluir. Emitir juízos fundamentos. Em síntese, a avaliação não será “transitória”; será “operativa”.
Os instrumentos utilizados serão:
  • Testes periódicos.
  • Apresentação das leituras feitas.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia: romance histórico da filosofia. Trad. João Azenha. São Paulo: Companhia das letras, 1995
BORNHEIM, Gerd. Introdução ao filosofar; filosofia em bases existenciais. Porto Alegre: Globo, 1979
HÖSLE, Vitorio. O café dos filósofos mortos/ Nora K. e Vittorio Hösle. Trad. Salvador Pane Baruja. São Paulo: Editora Angra, 2001
WEISCHEDEL, Wilhelm. A escada dos fundos da filosofia. São Paulo: Editora Raimundo Lulio, 2006.
CHALITA, Gabriel. Vivendo a Filosofia, volume único: Livro do Professor. São Paulo. Ática, 2005.
CHAUI, Marilena. Filosofia no Ensino Médio. Livro do Professor. São Paulo: ática, 2009.
NIETZSCHE. Friedrich. A filosofia na época trágica dos gregos. São Paulo: Nova Cultural, 2004. Os pensadores.
SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Nova cultural, 2004. Os pensadores.
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural, 2004. Os Pensadores.
PLATÃO. A República. São Paulo: Nova Cultural, 2004 (Os pensadores).

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Projeto sobre Chocolate

Será que o chocolate realamente engorda?
Por que o chocolate nos dá uma sensação de prazer?
Algumas curiosidades interessantes a respeito dessa guluzeima que a maioria das pessoas gosta muito.
Para saber mais sobre o assunto, clic Aqui

terça-feira, 15 de junho de 2010

Atividade - A importância da tecnologia na sala de aula

Nos dias atuais não podemos pensar mais em educação sem tecnologia. Porém, temos que ter cuidado. A tecnologia na sala de aula poderá ter vários respaldos: negativos ou positivos. Para que se tornem positivos, devemos usar a tecnologia de forma responsável e o mais importante: passar da informação ao conhecimento. Não podemos negar que o uso desses recursos facilitam e agilizam as aulas do professor, aumentando muito o campo de cuidado em buscas de idéias, informações recentes, descobertas científicas.Já o educando, terá a oportunidade de visualizar melhor muitos processos em qualquer área, através de vídeos ou online, o que antes era possível através do livro didático, mas o que muitos ainda utilizam em sala de aula. Penso que existem várias maneiras de utilizar esses novos recursos que a cada dia vem invadindo nossas escolas. Basta a criatividade do professor e com isso, estimular a criatividade dos educandos.
Gostaria de finalizar com um pequeno texto das escolas hig-tech: "Antes de ir para escola, os adolescentes Rudolf e Christian, de 16 anos, colocam na mochila cadernos, lápis, borracha e um laptop. Isso mesmo, laptop. Enquanto os professores falam sobre química orgânica, Revolução Francesa ou citologia, eles ficam o tempo todo conectados a internet. Fazem pesquisas, visitam sites relacionados à aula, claro, batem papo com colegas via MSN Menssenger (programa de mensagens instantâneas).
Isabela, 14 anos, aprende geografia sobrevoando o Brasil a óculos 3D e simuladores de realidade virtual. Ela sente as nuances do relevo e observa as diferenças entre os diversos tipos de vegetação existentes no país. Já para Guillerme, também de 14 anos, a grande atração de sua escola é o observatório astronômico, como o qual descobre os segredos do Universo.
O uso de computadores a afins na sala de aula começou tímido nos anos 80, consolidou-se no fim da década seguinte e virou uma verdadeira obsessão neste início do século XXI. “ A tecnologia torna o ato de aprender mais prazeroso e interativo, estimulando a criatividade dos estudantes”, afirma a consultora educacional Andrea Ramal, autora do livro Educação na Cibercultura.
A lousa digital é uma das atrações dessa nova era de ensino. Trata-se de uma tela ligada a um computador na qual o professor pode apresentar o conteúdo das aulas de forma multimídia, utilizando vídeos, textos, imagens e sites. Uma caneta faz as funções de mouse. Estima-se que em São Paulo haja 500 lousas digitais_ no país, elas não chegam a 100 instituições de ensino. Cada uma custa cerca de 10 000 reais [...]".

terça-feira, 25 de maio de 2010

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Aprendizagem continuada ao longo da vida o exemplo da terceira idade

Esta comprovada, que a capacidade de aprendizagem do cérebro humano se estende ao longo da vida como atividade continua, isto demonstra que aprendizagem como construção de conhecimento acontece na infância e na terceira idade. É por isso que se faz necessário discutir o que ocorre nos sentidos de ensinar e aprender em essas fachas etárias.
Na atualidade a necessidade de seguir aprendendo logo de ser formado, se converteu em uma exigência no âmbito produtivo para manter-se atualizado no mercado competitivo. Porem, com o tempo se observa o incremento de programas educacionais dirigidos para a população idosa, em outras palavras, aprender é visto também como uma maneira de se divertir e ocupar a mente.
Todas as atividades prazerosas de aprendizagem podem estar presentes em outros períodos da vida que não seja escolar nem profissional que por muito tempo se caracterizo por um modelo de memorização. Por outro lado, a educação pode assumir outra visão, onde ensinar pousa ter outro significado, como oferecer as condições necessárias para que a aprendizagem seja produto de um processo de interação do individuo com o mundo dos objetos e do social, de essa forma aprender seria utilizar a experiência de vida e conhecimentos adquiridos para atribuição de novos significados.

Alegoria da Caverna - Teatro

Projeto de Trabalho que desenvolvi na Escola na Disciplina de Filosofia, com alunos da 2 Série do Ensino Médio. Toda a turma se envolveu muito nessa atividade, preparando-se para a apresentação do Teatro. Conversando com a Claci, colega da escola e de curso, pensamos que poderia utilizar o Teatro para a Atividade solicitada no Curso. Assim, fotografamos as apresentações e as fotos estão disponíveis aqui. A Atividade completa pode ser conferida acima "Alegoria da Caverna de Platão".


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Entrevista Lucas Ciavatti

Esse trabalho do Prof. Lucas com o Bloco do Passo inspira alguma idéia de como trabalhar na escola?

RESPOSTA 1
Desde que as novas tecnologias dos meios de comunicação foram incluídas no sistema educativo nas escolas, as mesmas se converteram em uma alternativa não só para incrementar os materiais e ferramentas já existentes, mas também para potenciar a qualidade de ensino, através de diferentes atividades que permitam a interação entre alunos e professores. Como exemplo da aplicação de essas tecnologias se pode falar de redes de circuito fechado em sala de aula, elaboração de vídeos, aulas que contenham entrevistas ao vivo via internet onde professores e alunos possam interatuar com o entrevistado.

E para o trabalho com tecnologia, traz alguma idéia? Considere o seguinte aspecto: cada um dos participantes do Bloco do Passo faz um movimento diferente para que o trabalho seja o que é. Será que com computadores podemos fazer coisa semelhante, delegando a cada membro de um grupo uma tarefa diversa e chegando a um trabalho que é de todos e de cada um?

RESPOSTA 2
O computador é considerado como um dos avances da tecnologia mais importante do milênio e é também uma ferramenta de trabalho que hoje em dia tem maior acessibilidade nas escolas. Com ajuda dos computadores os alunos podem participar de atividades que necessita da interação de todos. Por exemplo, para ter uma idéia mais clara, posso citar a seguinte atividade: Com a utilização do programa Quark Express 5.0, pode-se criar um iboletin da turma. A atividade consiste em formar grupos que inclua a participação dos alunos de toda a turma, dependendo do tema a ser trabalhado cada grupo cumprirá uma tarefa diferente como: redação, edição, fotografia, gráficos, editorial etc., porém ao mesmo tempo cada setor deverá intercambiar informações e opiniões com os outros grupos para o trabalho final, como tratasse de um boletim informativo é importante que todo o conteúdo siga uma coerência lógica, em outras palavras é importante de um bom trabalho em equipe.
O objetivo da atividade pretende, não só o aprendizado do assunto, mas também oferecer um espaço onde os alunos possam ter um meio de expressão alternativo, que além de ter sua dose de diversão, ajude na compreensão do tema avançado.


Será que faz sentido desenvolver na escola um trabalho que resultará em aprendizagens e experiências diversas para os diferentes alunos?

RESPOSTA 3
Está comprovado que na realização de atividades, os alunos codificam a informação segundo as experiências que tem cada um como individuo, claro que se deve tomar em conta, a guia que o professor dá para chegar a um determinado objetivo na hora de fazer uma atividade, mas também se deve ressaltar que ao momento da trocar de idéias e opiniões entre os alunos após uma atividade, pode até resultar enriquecedora a divergência de opiniões e experiências para o aprendizado de determinado assunto.

Quase a mesma questão colocada sob outro prisma: será que alguma vez todos os alunos de uma mesma turma aprendem as mesmas coisas?
RESPOSTA 4
É possível que a turma possa obter a mesma informação teórica oferecida pelo professor, mas no momento de codificar a informação pode variar, já que o aluno como individuo pode dar mais relevância a determinadas partes da informação, que o resto dos alunos,. O mesmo acontece quando se trata de atividades nas quais o aluno tem que interagir com outros alunos da sala.